Valdir Cruz, nascido em Guarapuava, Paraná, em 1954, é um fotógrafo cuja obra se concentra no povo, na arquitetura e na paisagem do Brasil. Reconhecido internacionalmente pela qualidade de seu trabalho em revelação e impressão, já atendeu grandes nomes da fotografia, como Edward Steichen.
Em 1994, desenvolveu um profundo interesse pelos povos indígenas da Amazônia, resultando no projeto “Faces da Amazônia”, que documenta a vida desses grupos. Desde então, ele tem trabalhado no projeto “Faces da Floresta”, focado nos indígenas do norte da Amazônia, o que lhe rendeu uma bolsa da Fundação Guggenheim em 1996. Durante suas visitas ao Brasil, também fotografa sua terra natal e projetos paralelos, como as quedas d’água do Paraná e o carnaval da Bahia.
Seu trabalho, notável pela estética e pela representação fiel da realidade, rendeu-lhe cerca de 60 exposições em vários países e suas fotografias estão em coleções de importantes instituições, como o MOMA em Nova York e o MASP em São Paulo. Valdir Cruz é autor de diversos livros, incluindo obras sobre os Yanomami e publicações relacionadas ao carnaval e à Catedral Basílica de Curitiba. Atualmente, suas obras são representadas por galerias nos Estados Unidos e no Brasil.







